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. espontâneo

Dezembro 7, 2007

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O que fazer durante o espontâneo 

Aos instrumentistas: procurem, determinar uma seqüência lógica de acordes nos quais vocês poderão continuar tocando algo. Vou dar um exemplo:
Vamos supor que a música que vocês acabaram de tocar seja em Sol maior. O que fazer, se no final da música, o ministro quer continuar cantando, algo espontâneo, e você não sabe o que fazer? Existem alguns padrões de seqüência de acordes que sempre encaixam bem. O principal e mais usado é a seqüência: I – IV – I – IV… No caso, se a música é em Sol Maior, isto significa que você tocaria Sol (I) e o quarto acorde da escala de Sol, que é Dó maior (IV). E por aí vai; durante todo o compasso, você permanece num mesmo acorde.
Bem, este é o mais usado de todos. Isto não nos impede de aventurarmos e criarmos outros padrões. O que eu mais gosto é a seqüência ii – iii – IV, ii – iii – IV… Voltando a escala de Sol, seria a segunda nota da escala (lá), só que menor (observe que usei numerais romanos em minúsculo) ou seja, lá menor (ii), a terceira nota da escala menor, neste caso, si menor (iii), e a quarta da escala maior (IV). Neste, eu sempre uso da seguinte forma: se o compasso é de quatro tempos, você toca durante dois tempos o ii, durante dois tempos o iii, e o compasso seguinte todo você toca o acorde IV (os quatro tempos. Quando o compasso terminar, você volta no início da seqüência).  Outras sugestões são: vi,V – IV; ou I – iv (menor), etc…  Bem, você pode aventurar daí para frente. São apenas algumas sugestões.  

ATENÇÃO MINISTROS: eu gostaria de sugerir uma última coisa. A igreja muitas das vezes precisa ser ENSINADA. Ela acha que esta ‘coisa’ de espontâneo é só pra quem trabalha com música. Você não pode simplesmente chegar e cantar algo que elas nunca ouviram e esperar que as pessoas cantem também. ENSINE, ENSINE. ENSINE! Explique o porquê das coisas. LEIA VERSÍCULOS que falam sobre cantar um novo cântico ao Senhor. Seja paciente com eles. Vá devagar, não comece com uma hora de espontâneo! Talvez você consiga fazer isto algum dia, quando toda a igreja estiver acostumada! Mas, enquanto isto, vá aos poucos; poucos minutos todos os cultos!!!  E faça isto nos ensaios de seu grupo! Um grupo que não tem seus momentos de adoração antes de ministrar à igreja, não é um grupo APTO para estar no altar de Deus!
O louvor não é uma experiência! É UMA VIVÊNCIA! Viva o que você canta! Viva o que você diz! 
 

A serviço do Rei, olhando para o alto
Raquel Emerick
www.ministerioalem.com

Um comentário

  1. Muito bom, só que esqueceu de falar sobre duas coisas, da percussão (a percussão em si e do pobre do baterista que não sabe se sobe ou desce a música) e dos backvocals, ou seja, esqueceu de falar de mim!!!



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