
Esse post retirei do site de um amigo meu [http://nitrogenio.wordpress.com] e pedi a ele que me deixasse postar aqui esse texto, pois é exatamente o que tenho passado. Minha mente está confusa, meus pensamentos embaralhados. Sinto raiva, peco, tenho falado palavras torpes. Confesso que estou sem rumo. Sem direção. Sei para onde e quem devo olhar, mas parece que falta algo. Meu coração anda amargurado. Ferido. Salva-me Deus.
Hoje não amanheci muito bem, aliás, nestes últimos dias tenho passado por um turbilhão de sentimentos, idéias e emoções, e claro, tudo isso afeta meu corpo e minha consciência. Às vezes parece que estou perdendo o equilíbrio da minha vida. Não sou de ferro! Sou carne, corre sangue nas minhas veias. Me exalto sim, com o destempero da minha alma, com a agulhada doída da mentira e difamação. Choro pela injustiça. Sinto raiva, penso maldades. Sou humano, pecador e carnal. Quando tudo parece que está me afetando, tento lembrar do filme Lutero. Ele era altamente rígido com seu corpo e suas emoções. Buscava incessantemente um Deus amoroso e misericordioso, que compreendesse sua humanidade. Quando tudo parecia perdido, ele clamava: “Senhor, sou teu, salvai-me!”
Não sei exatamente se ele na realidade, fazia essa oração. Mas para quem busca um Deus amoroso, que dá conforto e perdão, essa é uma boa oração. Davi orava isso:
“Sou teu, salva-me; pois tenho buscado os teus preceitos.”
Salmos 119:94.
Hoje, eu busco um Deus que me ame na minha humanidade falível, na minha dor e angústia, nos meus sofrimentos, com minhas emoções abaladas e minha alma desequilibrada. Não pelo que posso fazer e nem pelo dinheiro que posso dar.
Eu faço minha essa oração: “Senhor, sou teu, salva-me.”
Retirado de www.nitrogenio.wordpress.com | adaptado por Thiago de Carvalho.










